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Quais os documentos necessários para comprar um imóvel na planta? Confira (Fonte: Larya)
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Guia Definitivo 2026: Como Comprar um Apartamento Passo a Passo

Saber como comprar um apartamento em 2026 exige planejamento financeiro e estratégia. O processo segue 5 etapas fundamentais: 1. Simulação e Aprovação de Crédito (garantindo que a parcela não ultrapasse 30% da sua renda); 2. Escolha do Imóvel; 3. Avaliação de Engenharia do banco; 4. Análise Jurídica da documentação; e 5. Assinatura do Contrato. Você precisará de no mínimo 20% do valor do imóvel como entrada (que pode ser paga com seu FGTS) e deverá reservar cerca de 5% do valor total para custos com ITBI e cartório.

Você decidiu dar o maior passo financeiro da sua vida e sair do aluguel. Mas, afinal, como comprar um apartamento de forma segura, econômica e sem surpresas no complexo cenário econômico de 2026?

Muitos brasileiros acreditam que o primeiro passo para comprar apartamento é visitar estandes de vendas ou navegar por portais imobiliários. Esse é o erro que mais causa frustrações e perda de dinheiro. No mercado atual, a compra inteligente começa na matemática financeira.

Com a Taxa Selic estabilizada na casa dos 15% ao ano, os bancos recalibraram seus modelos de risco. No entanto, entender as novas regras do mercado — como a expansão do teto do SFH e as inovações do Novo PAC — pode jogar a seu favor, criando oportunidades de arbitragem financeira. Neste guia completo da LARYA, vamos abrir a “caixa-preta” do mercado, detalhar exatamente o que precisa para comprar um apartamento, revelar as etapas ocultas do financiamento e provar matematicamente por que adiar essa decisão pode ser o maior erro patrimonial da década.

O Paradoxo de 2026: O Risco Matemático de Esperar

Se você está se perguntando se deve comprar agora ou “esperar os juros caírem”, preste muita atenção aos dados oficiais da ABECIP e do FipeZAP. Existe um fenômeno no mercado imobiliário brasileiro atual chamado “descolamento de taxas”.

Enquanto a Selic (juros da economia) está em 15%, as taxas de financiamento imobiliário permanecem descoladas, operando na faixa de 11% a 12% ao ano. Isso ocorre porque o crédito habitacional utiliza recursos direcionados (Poupança e FGTS).

O grande perigo de adiar a compra é a hipervalorização dos imóveis. Segundo o índice IGMI-R da Abecip, os imóveis valorizaram 15,76% no último ano. A resiliência macroeconômica, o crescimento do emprego e o boom dos Fundos Imobiliários (FIIs) — que bateram o recorde de R$ 200 bilhões em patrimônio na B3 — mostram que grandes investidores estão comprando “tijolo” para se proteger da inflação.

A Prova Matemática: O Custo de Esperar (Smart FOMO)

Vamos provar numericamente o que acontece se você decidir adiar a compra de um apartamento de R$ 800.000,00 por exatos 12 meses, aguardando uma suposta queda de 1% nos juros do banco.

Variável Financeira Comprando HOJE Esperando 12 Meses
Valor do Imóvel R$ 800.000,00 R$ 926.080,00 (Alta de 15,76%)
Entrada Exigida (20%) R$ 160.000,00 R$ 185.216,00 (+ R$ 25 mil)
Valor a Financiar (80%) R$ 640.000,00 R$ 740.864,00
Taxa de Juros 11,19% a.a. (Caixa atual) 10,19% a.a. (Hipotética queda)
Primeira Parcela (SAC 360x) R$ 7.745,00 R$ 8.348,00 (Mais cara!)

A Conclusão LARYA: Mesmo se os juros caírem 1% no próximo ano, a valorização galopante do imóvel faz com que o valor total da dívida aumente tanto que a sua parcela ficará mais cara do que se você comprasse hoje com juros maiores. A estratégia correta é travar o preço do imóvel agora e, se os juros caírem no futuro, fazer a portabilidade do crédito imobiliário para um banco mais barato.

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Passo 1: O que é preciso para comprar um apartamento? (O Check-up Financeiro)

Para quem busca descobrir como comprar imovel com inteligência, a regra de ouro dos bancos em 2026 baseia-se em dois pilares inegociáveis de aprovação:

  • A Entrada Mínima (20%): O Banco Central determina que as instituições financeiras emprestem, no máximo, 80% do valor de avaliação do imóvel (para imóveis usados ou prontos na linha SBPE). Ou seja, para entender como comprar apto de R$ 500 mil, você precisará ter em mãos, ou no FGTS, pelo menos R$ 100 mil de entrada.
  • O Limite de Renda (Regra dos 30%): A parcela inicial do seu financiamento não pode comprometer mais do que 30% da sua renda bruta familiar mensal. Se a parcela calculada é de R$ 3.000, você precisa provar uma renda bruta de R$ 10.000.
  • A Estratégia da Composição de Renda: Se o seu salário sozinho não aprova o crédito, não se preocupe. A maioria dos bancos permite somar a sua renda com a de até 4 pessoas. Você pode compor com cônjuge, pais, filhos e, no caso de bancos como o Santander, até mesmo com amigos sem vínculo familiar para destravar a aprovação.

Passo 2: Como funciona a compra de um apartamento na prática?

Saber como funciona a compra de um apartamento vai evitar que você caia em armadilhas burocráticas e perca o seu sinal. A jornada de compra em 2026 segue 5 etapas fundamentais:

  1. Simulação e Aprovação de Crédito: Nunca assine um contrato de compra (com pagamento de arras/sinal) antes de ter o crédito aprovado. Utilize nossa ferramenta e obtenha uma Carta de Crédito pré-aprovada. Ela te dá poder de negociação como se fosse um comprador à vista.
  2. Escolha e Negociação: Defina se o foco é um imóvel novo (maior potencial de valorização, infraestrutura moderna e sem custos de reforma imediata) ou um imóvel usado (preço de metro quadrado mais competitivo e localização consolidada).
  3. Avaliação da Engenharia (O Perigo do “Gap”): Após fechar negócio, o banco enviará um engenheiro para avaliar o apartamento. Atenção máxima: O banco financia 80% do valor avaliado pelo engenheiro, não do valor que você negociou. Se você comprou por R$ 600 mil, mas o engenheiro avaliar em R$ 500 mil, o banco só emprestará R$ 400 mil. A diferença de R$ 200 mil (o “gap”) terá que sair do seu bolso.
  4. Análise Jurídica: Momento crítico. O banco (e a assessoria LARYA) farão uma devassa nas certidões do vendedor e na matrícula do apartamento para garantir que não há dívidas trabalhistas, fiscais ou penhoras que possam anular a sua compra no futuro.
  5. Assinatura do Contrato com Força de Escritura: O banco emite o contrato de financiamento. Pela lei brasileira, este contrato tem força de Escritura Pública, economizando o custo do Tabelionato de Notas. Você pega este contrato e o leva ao Registro de Imóveis (RGI).

Não corra riscos na Análise Jurídica

Problemas com certidões do vendedor ou averbações na matrícula são a causa número 1 de perda de sinal na compra de imóveis usados. A Assessoria GoCasa LARYA cuida de toda a Due Diligence imobiliária, emitindo e analisando as dezenas de certidões necessárias para garantir que o seu novo apartamento não venha com dívidas ocultas.

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Passo 3: Como comprar um apartamento usando o FGTS? (Novos Limites 2026)

Saber como comprar um ap utilizando o seu Fundo de Garantia é o grande segredo para reduzir o peso da entrada. A grande virada de chave para a classe média em 2026 foi a elevação do teto do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

O Governo elevou o limite de avaliação dos imóveis no SFH de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. Isso significa que apartamentos de alto padrão agora estão elegíveis para receber os fundos do seu FGTS, além de contarem com juros regulados por lei (teto máximo de 12% a.a.).

Regras para destravar o seu FGTS:

  • Ter, no mínimo, 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS (somando todas as empresas em que trabalhou, consecutivas ou não).
  • Não possuir outro financiamento ativo no âmbito do SFH em nenhuma parte do país.
  • Não ser proprietário de outro imóvel residencial concluído ou em construção na mesma cidade em que você reside ou exerce sua ocupação principal.
  • O imóvel deve ser essencialmente urbano e destinado à sua moradia (proibido para investimentos ou veraneio).

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Passo 4: Como comprar um apartamento pela Caixa e Minha Casa Minha Vida

Para quem pesquisa como comprar um apartamento pela caixa ou como comprar um apartamento pelo minha casa minha vida, o cenário também trouxe avanços sociais imensos. O programa MCMV de 2026 introduziu o FGTS Futuro.

Voltado para os trabalhadores com carteira assinada da Faixa 1 (renda até R$ 2.850,00), o FGTS Futuro permite que os depósitos que o seu empregador ainda vai fazer nos próximos anos sejam comprometidos no momento da análise de crédito. Isso aumenta virtualmente a sua renda aprovada, permitindo que você consiga comprar apartamento que antes seria negado pelo limite dos 30%.

Passo 5: É possível como comprar um apartamento sem entrada?

A pesquisa por “como comprar um apartamento sem entrada” é uma das mais frequentes, mas cuidado com falsas promessas do mercado. O Banco Central proíbe os bancos comerciais de financiarem 100% de um imóvel pronto. No entanto, existem duas formas técnicas de zerar o seu desembolso de caixa (dinheiro vivo):

  1. Usar o saldo total do FGTS: Se o banco pede R$ 80 mil de entrada e você possui exatamente R$ 80 mil acumulados no Fundo de Garantia, você os utiliza integralmente para cobrir a cota exigida. O seu desembolso do bolso será R$ 0,00.
  2. Comprar na Planta (Imóvel Novo): As construtoras flexibilizam os 20% de entrada parcelando esse valor ao longo dos 36 ou 48 meses de obra. Você não paga a entrada à vista, apenas fluxos mensais menores até a entrega das chaves.

Passo 6: O Custo Oculto da Documentação (ITBI e RGI)

Muitos compradores focam toda a energia em juntar a entrada e esquecem que a transferência de um imóvel no Brasil é pesadamente tributada. Então, o que é preciso para comprar um apartamento além da entrada? Dinheiro para o cartório.

Em 2026, a regra prudencial é reservar entre 4% e 8% do valor total do apartamento apenas para documentação. Os custos obrigatórios são:

  • ITBI (Imposto Municipal): Imposto de Transmissão cobrado pela Prefeitura, custando em média 3% sobre o valor venal ou de transação.
  • Registro de Imóveis (RGI): Taxa do cartório para registrar a alienação fiduciária e a transferência, variando entre 1% e 1,5%.
  • Taxas do Banco: Vistoria de engenharia e abertura de crédito, em torno de R$ 3.500,00.

💡 Dicas LARYA para Economizar na Documentação:

1. Desconto de 50%: A Lei de Registros Públicos (Lei 6.015/73) garante 50% de desconto nas taxas de cartório se for a aquisição do seu primeiro imóvel financiado pelo SFH. Exija seu direito no balcão!
2. Financiar o ITBI: Se você não tem liquidez, grandes bancos (como Itaú, Santander e Bradesco) permitem incluir as despesas de ITBI e cartório (limitado a 5% do valor do imóvel) dentro do saldo financiado.

Passo 7: Tabela SAC ou Price? Como escolher?

No momento de emitir o contrato, o banco perguntará qual o sistema de amortização desejado. Essa escolha define o peso da sua dívida a longo prazo.

  • Tabela SAC (Sistema de Amortização Constante): A preferida dos matemáticos. As parcelas começam mais altas e vão caindo todos os meses. Ao final de 30 anos, você pagará consideravelmente menos juros totais ao banco.
  • Tabela Price: As parcelas são fixas do início ao fim do contrato. É muito utilizada quando a sua renda atual não aprova o crédito na SAC (pois a primeira parcela da Price é cerca de 20% mais barata). Porém, o montante final de juros pagos é muito maior.

Ranking de Taxas 2026: Quem tem o crédito mais barato?

Agora que você domina as regras do jogo e sabe que é a hora de comprar, o próximo passo é encontrar o melhor preço do dinheiro. Abaixo está o cenário consolidado de taxas de balcão (Fevereiro/2026) para clientes do SFH:

Instituição Financeira Taxa de Juros (a.a. + TR) Destaque LARYA
Caixa Econômica 11,19% Menor taxa base do mercado e domínio FGTS.
BRB 11,36% Taxas agressivas para servidores públicos.
Itaú 11,60% Maior velocidade de aprovação digital.
Santander 11,69% Flexibilidade total na composição de renda.
Bradesco 11,70% Bons descontos para alto relacionamento.
Banco do Brasil 12,00% Tradição e linhas exclusivas para agro/servidor.
Banco Inter 13,76% Processo 100% digital, porém com Custo Efetivo superior.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Como comprar um apartamento?

O processo envolve realizar o planejamento da entrada (mínimo 20%), garantir a aprovação de crédito num banco baseada na sua renda, assinar o contrato após vistoria de engenharia e análise jurídica, e registrar no cartório.

Como comprar um apartamento sem entrada?

O financiamento de 100% não é liberado pelos bancos. Para comprar sem desembolso financeiro (sem dinheiro do bolso), você precisará utilizar o saldo acumulado do seu FGTS para cobrir os 20% exigidos de cota mínima.

Como comprar um apartamento pela Caixa?

Reúna a sua documentação pessoal e de renda (IRPF/Holerites), faça uma simulação de crédito online, envie os documentos do imóvel para o banco providenciar o laudo de avaliação do engenheiro e agende a assinatura do contrato com força de escritura.

Como comprar um apartamento minha casa minha vida?

Você precisa possuir renda familiar bruta de até R$ 8.000,00 e procurar um imóvel novo ou usado que esteja enquadrado dentro do teto de valor do programa vigente na sua região. Todo o financiamento é processado através da Caixa Econômica Federal.

Passo a passo para compra de imovel: o que fazer primeiro?

O primeiro passo é sempre a simulação e pré-aprovação do crédito bancário. Nunca inicie a negociação com o vendedor ou pague o sinal sem saber exatamente qual é o teto de crédito que os bancos liberam para o seu CPF.

O que precisa para comprar um apartamento?

Basicamente: nome limpo sem restrições em órgãos de crédito, uma entrada correspondente a 20% do bem (dinheiro ou FGTS), renda compatível para que a parcela não comprometa 30% do orçamento, e reserva para os impostos de transferência (ITBI e RGI).

Como funciona a compra de um apartamento na planta?

Na compra na planta, você negocia diretamente com a construtora, pagando a entrada parcelada durante os meses ou anos de construção (corrigidos pelo INCC). Quando a obra termina e a chave é entregue, você financia o saldo restante com o banco.

O que é preciso para comprar um apartamento junto com o parceiro?

Para somar rendas na compra, basta ambos apresentarem as comprovações financeiras (holerites, extratos, IRPF). Os dois entrarão no contrato do financiamento como co-participantes (proprietários), respondendo solidariamente pela dívida junto à instituição bancária.

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